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Avaliação de Lula influencia voto e aprovação chega a 47%, diz BTG/Nexus

Pesquisa mostra maior apoio ao governo no Nordeste e entre eleitores de menor renda, enquanto desaprovação predomina entre os mais ricos.

Avaliação de Lula influencia voto e aprovação chega a 47%, diz BTG/Nexus
Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

A avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva aparece associada à intenção de voto na pesquisa BTG/Nexus. Entre os eleitores que aprovam a administração, 86% afirmam votar no presidente no principal cenário estimulado de primeiro turno. Entre os que desaprovam, 72% dizem escolher Flávio Bolsonaro.

Na rodada anterior, Lula reunia 82% dos votos entre os que aprovavam seu governo, enquanto Flávio Bolsonaro alcançava 64% entre os que desaprovavam. No segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, com 47% contra 46%, em empate técnico.

A aprovação do governo chega a 62% no Nordeste, a 60% entre eleitores que recebem até um salário mínimo e a 56% entre pessoas com ensino fundamental. O mesmo índice é registrado entre eleitores de 60 anos ou mais. Entre as mulheres, 53% aprovam a administração, ante 39% entre os homens.

O maior nível de desaprovação está entre eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, com 66%. O índice também alcança 63% entre evangélicos, 62% no Sul e 57% entre pessoas com ensino superior. Entre os homens, 56% desaprovam o governo; entre as mulheres, o percentual é de 41%.

Na avaliação geral, 37% consideram o governo ótimo ou bom, contra 36% na rodada anterior. A parcela que classifica a gestão como regular permanece em 18%, enquanto a avaliação ruim ou péssima recua de 46% para 44%. As oscilações estão dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

A aprovação do governo passa de 45% para 47%, e a desaprovação oscila de 50% para 49%. A diferença entre os indicadores, que era de 5 pontos, cai para 2 pontos percentuais. A aprovação havia sido de 48% em 24 de agosto, 46% em 31 de agosto e 45% em 8 de setembro.

No primeiro turno estimulado, Lula vai de 39% para 42%, enquanto Flávio Bolsonaro passa de 35% para 37%. O potencial de voto do presidente sobe de 47% para 50%, e a rejeição oscila de 49% para 48%.

A 14ª rodada ouve 2.003 eleitores por telefone entre 11 e 13 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04076/2026. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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