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Paraná tem nove candidatos para duas vagas ao Senado em 2026

Oito registros foram deferidos, enquanto Deltan Dallagnol e Marcelo Marcelino enfrentam recursos na Justiça Eleitoral.

Paraná tem nove candidatos para duas vagas ao Senado em 2026
Foto: Illustration by Thomas Fuller/SOPA Images/LightRocket/Getty Images

Nove candidatos disputam as duas vagas do Paraná no Senado nas eleições de 2026. A votação ocorre neste domingo, 4 de outubro. Os nomes são Alexandre Curi, Cristina Graeml, Deltan Dallagnol, Dr Rosinha, Filipe Barros, Gleisi, Joaquim do MLB, Karen Guerreiro e Marcelo Marcelino.

Oito candidaturas tiveram o registro deferido. Deltan Dallagnol aparece como deferido com recurso, enquanto Marcelo Marcelino teve o pedido indeferido e recorre da decisão.

Como será a votação

Cada eleitor terá dois votos para senador, porque serão renovadas duas terços das 81 cadeiras do Senado. Ao todo, serão escolhidos 54 senadores: dois por estado e dois pelo Distrito Federal. O mandato é de oito anos.

Na urna eletrônica, os votos serão registrados em telas consecutivas. O número do candidato terá três dígitos, e os votos deverão ser destinados a candidatos diferentes. Se o mesmo nome for escolhido nas duas telas, o primeiro voto será válido e o segundo, nulo. Também não será necessário escolher candidatos do mesmo partido.

Candidatos e números

Alexandre Curi, do Republicanos, concorre com o número 100. Os suplentes são Dudu Potencial e Nelson Padovani.

Cristina Graeml, do Partido Social Democrático, usa o número 555. Jackson André é o primeiro suplente, e Marcos Baumgart, o segundo. A composição foi alterada após a renúncia de Baumgart à primeira suplência e de Jackson André dos Santos à segunda posição nos registros anteriores.

Deltan Dallagnol, do Partido Novo, tem o número 300. Os suplentes são Professor Picler e Markenson Marques dos Santos. O TRE-PR autorizou a candidatura, mas a decisão é contestada no TSE. Até o julgamento, uma decisão da Corte impede Deltan de pedir votos, participar de debates, usar recursos públicos de campanha e veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

Dr Rosinha, do Partido dos Trabalhadores, concorre com o número 132. Cris Wainer e Tia Celina são as suplentes. Filipe Barros, do Partido Liberal, usa o número 222 e tem Paulo Base e Sergio Domingues como suplentes.

Gleisi, também do Partido dos Trabalhadores, tem o número 131. Assis Gurgacz Neto e Prof Aldair Rizzi ocupam as suplências. Joaquim do MLB, da Unidade Popular, concorre com o número 800, com Paty Cota e Fernando Dornellas como suplentes.

Karen Guerreiro, do Partido Missão, tem o número 144. Sonni Rezini e Renato Scarante são os suplentes. Marcelo Marcelino, do Partido da Causa Operária, aparece com o número 290, ao lado de João Paulo e Alexandre Radde Kranen.

Marcelo Marcelino e os dois suplentes constam como indeferidos em prazo recursal ou com recurso. A classificação indica que os pedidos foram rejeitados pela Justiça Eleitoral, mas ainda há recurso pendente de análise em instância superior.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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