Aliados de Luiz Inácio Lula da Silva demonstram alívio após Edson Fachin, presidente do STF, adotar medidas para reduzir a tensão na Corte. A avaliação no governo é que o ambiente ainda precisa ser acompanhado nos próximos dias.
A principal preocupação no Palácio do Planalto é impedir que a crise alcance a campanha de Lula por mais uma reeleição. O conflito envolveu o Executivo depois que André Mendonça decidiu afastar Andrei Passos Rodrigues do cargo de diretor-geral da PF.
Auxiliares do presidente consideram que Fachin demorou a agir, mas avaliam que sua postura foi correta. A expectativa é que o chefe do Supremo faça articulações internas para evitar uma nova escalada na próxima semana.
O plenário do STF deve se reunir nesse período para analisar questões internas que contribuíram para o aumento da crise.



