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Manifesto reúne apoio a Fachin em meio à crise no STF

Carta defende medidas do presidente do Supremo e pede transparência na sessão que pode analisar conexões de Moraes com Vorcaro.

Manifesto reúne apoio a Fachin em meio à crise no STF
Foto: Alejandro Zambrana/STF

Um grupo formado por ex-ministros, juristas, empresários, economistas e representantes da sociedade civil divulga neste domingo, 13, um manifesto de apoio a Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A carta ocorre em meio à crise na Corte após a divulgação de fatos relacionados ao Banco Master.

Os signatários defendem as medidas tomadas por Fachin para preservar a autoridade do tribunal e garantir uma apuração rigorosa e imparcial. O manifesto também pede transparência nas investigações e na sessão plenária prevista para terça-feira, 15.

Nessa sessão, o STF deve decidir se abre uma investigação sobre as conexões do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Para os autores da carta, o julgamento precisa ocorrer de forma pública, conforme a Constituição.

Assinam o documento os ex-ministros Pedro Malan, José Carlos Dias, Miguel Reale Jr., Paulo Vannuchi e José Eduardo Cardozo. Também aparecem entre os signatários os economistas André Lara Resende, Armínio Fraga e Pérsio Arida, além dos juristas Joaquim Falcão, Oscar Vilhena e Antonio Claudio Mariz de Oliveira.

O grupo descreve o momento como “a mais grave crise da história do Supremo Tribunal Federal” e afirma que a responsabilização de quem eventualmente tenha violado a lei é necessária para recuperar a confiança nas instituições.

A crise aumenta depois que Mendonça afasta Andrei Rodrigues e o diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada. A justificativa é que a corporação teria produzido relatórios de inteligência de forma irregular. Flávio Dino determina a reintegração dos dois, e Fachin suspende as decisões dos colegas até a análise do plenário.

A carta também propõe reformas no Supremo para fortalecer a atuação colegiada, assegurar a imparcialidade dos julgamentos, prevenir conflitos de interesse e ampliar a transparência e o controle social sobre a Corte e seus integrantes. Os signatários afirmam que a jurisdição do tribunal não pode ser “capturada por interesses escusos, de natureza pessoal, política ou econômica”.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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