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Marinho projeta candidatura ao Senado em eventual governo de Flávio Bolsonaro

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro defende mudanças no Senado e admite disputar o comando da Casa em caso de vitória eleitoral.

Marinho projeta candidatura ao Senado em eventual governo de Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Rogério Marinho afirma que pode disputar a presidência do Senado caso Flávio Bolsonaro vença a eleição presidencial. Coordenador da campanha do senador, Marinho diz que o PL espera ampliar sua bancada e negociar apoio com partidos alinhados ao grupo.

“Estimamos que o PL deve chegar a 24 ou 25 senadores, o que é 30% da Casa”, declarou. Segundo ele, com esse resultado e uma vitória de Flávio Bolsonaro, os partidos convergentes seriam reunidos para apresentar uma candidatura ao comando do Senado, que poderia ser a dele ou de outro nome.

Marinho afirma que ficaria honrado em presidir o Congresso Nacional, mas diz que o cargo não é um objetivo isolado. A disputa também envolveria a reeleição do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil-AP, apontado como um dos nomes que podem enfrentar a candidatura.

Mudanças no Judiciário

Ao tratar das prioridades de um eventual governo de Flávio Bolsonaro, Marinho defende uma reforma do Poder Judiciário. Entre as propostas estão a delimitação das competências do Supremo Tribunal Federal, a criação de mandatos para ministros, o fim de decisões monocráticas e mudanças nos supersalários.

O parlamentar, que tem mandato em vigor até fevereiro de 2031, também propõe alterar o regimento interno do Senado. A medida teria como objetivo definir regras para a tramitação de pedidos de impeachment contra ministros do Supremo, incluindo Alexandre de Moraes, principal alvo das críticas do bolsonarismo.

Pela proposta, um pedido assinado por 49 senadores iniciaria automaticamente o procedimento. A resolução também permitiria que o presidente do Senado desse início ao processo mesmo sem assinaturas.

Marinho, porém, não confirma que abriria um impeachment caso comandasse a Casa. Ele afirma que avaliaria as provas antes de votar pelo afastamento definitivo de um ministro. “Hoje, não há maioria no Senado pró-impeachment de um ministro, mesmo com todas as provas de crime de responsabilidade”, disse.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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