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Huawei lança Mate XT2, dobrável de três telas que vira tablet

Novo aparelho estreia o chip Kirin 9050 Pro e chega enquanto Xiaomi e Apple se aproximam do mercado de dobráveis premium.

Huawei lança Mate XT2, dobrável de três telas que vira tablet
Foto: Divulgação/Huawei

A Huawei apresentou nesta segunda-feira (7) o Mate XT2, celular dobrável com duas articulações que se transforma em um tablet quando aberto. O aparelho estreia o chip Kirin 9050 Pro e chega enquanto a fabricante busca manter espaço no mercado premium chinês.

O preço inicial é de US$ 2.980 (cerca de R$ 15,2 mil). Richard Yu, diretor-executivo da Huawei, afirma que o aumento dos custos de memória pressionou o desenvolvimento. “Adotamos muita tecnologia nova, e a pressão sobre os custos foi enorme.”

Tecnologia e mudanças no uso

A série Mate XT2 usa duas dobras para ampliar a área de visualização. O chip, desenvolvido pela Huawei, emprega a arquitetura LogicFolding, associada ao conceito “Tau Scaling Law”, lançado em maio para ajudar a empresa a contornar as restrições dos Estados Unidos ao acesso a tecnologias avançadas.

Testes da própria Huawei indicam que o novo modelo oferece 42% mais desempenho geral que a geração anterior. O aparelho também recebe um mecanismo de dobra redesenhado, resistência à água aprimorada, recurso que impede pessoas próximas de visualizar o conteúdo da tela e câmeras atualizadas.

A Huawei continua sendo a única grande marca a vender um celular com três telas dobráveis. A Samsung lançou um modelo semelhante em dezembro, mas teria interrompido as vendas três meses depois. Em julho, a empresa ampliou sua linha com um dobrável de tamanho próximo ao de um passaporte.

Disputa pelo segmento premium

A Xiaomi prepara um concorrente direto para esta segunda-feira. A Apple apresenta sua nova linha de iPhones na quarta-feira, em meio à expectativa de que também revele um aparelho com tela flexível.

A Huawei está impedida de vender produtos nos Estados Unidos, onde Washington considera a empresa um risco à segurança nacional. Com a barreira ao mercado americano, a China ganha importância para a estratégia da fabricante, que enfrenta a concorrência de Xiaomi e Apple e a alta dos custos de componentes.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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