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Ancelotti avalia Rayan e Estêvão por vaga na ponta-direita do Brasil

Treinador usará amistosos contra Austrália e Índia para definir peças do ciclo até 2030.

Ancelotti avalia Rayan e Estêvão por vaga na ponta-direita do Brasil
Foto: Ricardo Larreina e Paul Terry/Sportimage, via Imago; Arte: Trivela

Carlo Ancelotti começa nesta sexta-feira (25) o segundo ciclo à frente da seleção brasileira com um dilema no ataque: escolher entre Rayan e Estêvão para a ponta-direita. O Brasil enfrenta a Austrália duas vezes e depois viaja à Índia para enfrentar a seleção local durante a Data Fifa.

A comissão técnica reformula a equipe para encontrar uma base até 2030. Dos 26 jogadores que formaram a delegação brasileira nos Estados Unidos, apenas nove participaram do Mundial, disputado entre junho e julho.

Estêvão retorna após ser cortado da Copa do Mundo por causa de uma lesão muscular de grau 4. Antes do Mundial, era o artilheiro da era Ancelotti na seleção, com cinco gols. No Chelsea, porém, perdeu espaço depois da chegada de Morgan Rogers. Ele foi titular apenas nos jogos da Copa da Liga Inglesa e disputou poucos minutos na Premier League: 42, sem participações para gol na temporada.

“Tento dar meu melhor nos treinos, e dar o meu melhor quando recebo oportunidades, e isso vai dia após dia”, afirmou Estêvão em entrevista coletiva na Austrália.

Rayan terminou a Copa do Mundo como titular após a lesão de Raphinha e começou a temporada 2026/27 prestigiado no Bournemouth. Ele iniciou seis dos sete jogos do clube, soma dois gols na temporada e recebeu elogios de Marco Rose, técnico que substituiu Andoni Iraola.

O atacante também oferece maior participação na pressão e na marcação. Pela seleção, soma seis jogos, um gol e uma assistência. No Bournemouth, acumula sete gols e duas assistências em 22 partidas.

Formação pode mudar

A escolha depende da função de Raphinha. Como o jogador atua centralizado no Barcelona, Ancelotti tende a utilizá-lo como falso 9 nos primeiros amistosos. Nesse cenário, Rayan e Estêvão disputam diretamente a vaga pela direita.

Se Raphinha voltar à ponta, os dois podem ser deslocados para o meio-campo. Endrick, como centroavante, também entra na disputa pela titularidade. O ataque ainda tem Samuel Lino e Pedro, ambos do Flamengo, como alternativas.

O corte de João Pedro reforça a possibilidade de Raphinha atuar centralizado. Pedro e o atacante do Barcelona são as opções para a função de camisa 9.

A tendência é que Ancelotti dê minutos aos dois jogadores nos amistosos contra Austrália e Índia antes de definir quem inicia o ciclo até 2030 como prioridade pela ponta-direita.

Próximos jogos

  • 25/9 – Austrália x Brasil
  • 29/9 – Austrália x Brasil
  • 3/10 – Índia x Brasil

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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