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Diretor da PF nega monitoramento de ministro do STF e AGU

Andrei Rodrigues diz a Edson Fachin que documentos são análises de cenários produzidas pela área de inteligência da PF.

Diretor da PF nega monitoramento de ministro do STF e AGU
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirma ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que os relatórios sobre o ministro André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, não resultam de monitoramento.

Em esclarecimentos enviados a Fachin, Andrei diz que os documentos registram apenas análises de cenários feitas pela Unidade de Análise de Dados de Inteligência da Polícia Federal (UADIP). Segundo ele, esse trabalho é elaborado com base em informações e interações institucionais.

“Não existiu, em absoluto, qualquer monitoramento ilícito de Ministro deste E. STF e tampouco do Ilmo. Advogado-Geral da União”, afirma Andrei. O diretor-geral acrescenta que os relatórios “meramente organizam e analisam fatos vivenciados pela equipe”.

A produção dos documentos levou Mendonça a suspender Andrei do cargo. A decisão foi revertida pelo ministro Flávio Dino. Depois, Fachin suspendeu as duas determinações e pediu explicações ao diretor-geral antes de decidir sobre o caso.

Andrei também contesta a classificação dos relatórios como apócrifos. Ele afirma que os documentos têm autoria institucional, mas argumenta que a identidade do analista não pode ser revelada por causa do sigilo das atividades de inteligência.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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