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Mendonça aponta possíveis novas irregularidades envolvendo chefe da PF

Ministro diz que afastamento de Andrei Rodrigues trata de um fato específico e deixa outras condutas sob investigação.

Mendonça aponta possíveis novas irregularidades envolvendo chefe da PF
Foto: Antonio Augusto/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirma que existem outras possíveis irregularidades na conduta de Andrei Augusto Passos Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal. A declaração consta da decisão que determina o afastamento do delegado de suas funções na corporação.

O despacho, de 33 páginas, concentra a medida em relatórios de inteligência que indicam investigações clandestinas contra o próprio relator do caso do Banco Master e sobre outros temas no Supremo. Mendonça afirma que esses relatórios exigem providências imediatas.

“a superlativa gravidade e ilicitude na produção dos ‘relatórios de inteligência’ publicizados pelo Ministro Alexandre de Moraes impõe a adoção de providências imediatas”, escreveu o ministro. Ele também menciona possíveis inadequações, disfuncionalidades, irregularidades e ilicitudes na atuação de Andrei Rodrigues.

Outras medidas em análise

Ao justificar que o afastamento se baseia em um “fato específico”, Mendonça deixa para uma análise posterior as demais questões relacionadas à conduta do chefe da PF. A decisão indica que novas medidas podem ser adotadas contra o delegado, incluindo a prisão.

Mendonça afirma que a urgência e a gravidade da situação justificam concentrar o despacho no episódio dos relatórios de inteligência. O ministro também sustenta que é necessário evitar novos prejuízos às prerrogativas da magistratura, da advocacia pública e da atividade policial.

A decisão amplia o alcance da crise entre integrantes do STF e coloca sob exame outras condutas atribuídas ao diretor-geral da Polícia Federal. Andrei Rodrigues ainda não havia apresentado manifestação sobre o caso no momento indicado no texto.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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