Santos, Domingo, 4 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 192.115 -0,00% Santos 21°C 21° / 28°
Notícia a toda hora
Economia

Pesquisas sobre tecnologia e clima entram no radar do Nobel de Economia de 2026

Sigilo sobre os indicados mantém apostas abertas antes do anúncio previsto para 12 de outubro.

Pesquisas sobre tecnologia e clima entram no radar do Nobel de Economia de 2026

O índice Clarivate Citation Laureates já identificou 89 vencedores do Prêmio Nobel desde 2002 e registrou 6 acertos no ano passado. A lista oficial de 2026 ainda não foi divulgada, mas os pesquisadores mais citados ajudam a indicar nomes associados à inteligência artificial, à economia de dados e às mudanças tecnológicas.

O vencedor do Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel de 2026 tem anúncio previsto para 12 de outubro. A Real Academia Sueca de Ciências mantém em sigilo os indicados oficiais por 50 anos, o que impede a confirmação antecipada dos concorrentes.

David Autor, do MIT, aparece entre os possíveis nomes. Seu trabalho analisa como a automação e as mudanças tecnológicas alteram a estrutura salarial global e ampliam a desigualdade de renda. Lawrence F. Katz, de Harvard, pesquisa a economia do trabalho e a relação entre o sistema educacional, o avanço tecnológico e a desigualdade salarial.

Susan Athey, de Stanford, é associada à aplicação de machine learning e inferência causal na microeconomia. Victor Chernozhukov, do MIT, desenvolveu ferramentas matemáticas de alta dimensão para extrair relações de causa e efeito a partir do Big Data.

Outras possibilidades

A escolha também pode se voltar à crise climática. Partha Dasgupta, de Cambridge, defende a inclusão da biodiversidade e dos ecossistemas naturais nos modelos macroeconômicos. Sua tese é que a destruição do capital natural reduz a riqueza real das nações.

O histórico recente inclui pesquisas sobre transformações sociais, institucionais e tecnológicas. Em 2025, Philippe Aghion, Peter Howitt e Joel Mokyr foram reconhecidos pelo estudo do crescimento econômico impulsionado pela destruição criativa. Em 2024, Daron Acemoglu, Simon Johnson e James A. Robinson receberam o prêmio por demonstrar a influência de governos democráticos fortes sobre a riqueza ou a pobreza de um país. Em 2023, Claudia Goldin foi premiada por analisar a evolução das mulheres no mercado de trabalho, a desigualdade salarial, a maternidade e a participação feminina na economia.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.