A Sequoia (SEQL3) aprovou o agrupamento de suas ações na proporção de 150 para 1. A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta sexta-feira (2), sem mudança no capital social. Os papéis passam a ser negociados na forma agrupada a partir de 3 de novembro.
A operação atende à exigência da B3 de cotação mínima de R$ 1 por ação. A bolsa prorrogou o prazo para a Sequoia se adequar até 15 de novembro de 2026.
Com o grupamento, a quantidade de ações da companhia cai de aproximadamente 6,37 bilhões para 42,47 milhões. O capital social permanece em R$ 2,16 bilhões.
Prazos para os acionistas
Os acionistas podem ajustar suas posições para múltiplos de 150 entre 2 de outubro e 1º de novembro, evitando a formação de frações. O último pregão para esse procedimento será em 30 de outubro, que também será a última sessão de negociação dos papéis antes da mudança.
As frações que permanecerem serão agrupadas em ações inteiras e vendidas em leilão na B3. A operação ocorrerá em até 30 dias após o fim do prazo de ajuste, mas a data ainda será informada.
O valor líquido do leilão, após o desconto dos custos, será distribuído aos titulares de forma proporcional às suas frações. A Sequoia informa que o grupamento mantém os direitos patrimoniais e políticos dos acionistas, incluindo dividendos, juros sobre capital próprio e outros proventos que venham a ser declarados.



