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Strategy recompra bitcoin mais caro e Coinext anuncia encerramento das operações

A semana teve a recompra de bitcoin pela Strategy, o fim da Coinext e dados sobre criptomoedas na Coreia do Sul e na Argentina.

Strategy recompra bitcoin mais caro e Coinext anuncia encerramento das operações

A Strategy volta a comprar bitcoin depois de vender algumas unidades e recomprá-las semanas mais tarde por um preço 30% maior. A operação, defendida pelo CEO Phong Le, contraria a lógica tradicional de comprar na baixa e vender na alta.

A companhia adquire US$ 370 milhões em bitcoin, com preço médio de US$ 80.318 por unidade. Com a compra, passa a deter 845.050 BTCs, avaliados em cerca de US$ 66,1 bilhões. O preço médio global das moedas fica em US$ 75.412 por bitcoin, com custo total aproximado de US$ 63,73 bilhões, incluindo taxas e despesas.

Michael Saylor comemora a aquisição com a mensagem: “Estamos de volta”. A Strategy é apresentada como a maior detentora de bitcoins de capital aberto no mundo.

Coinext encerra atividades como exchange

A Coinext anuncia o início do encerramento das atividades como exchange de varejo. O comunicado é feito por José Arthur Ribeiro, CEO da empresa, em uma postagem no LinkedIn.

“Hoje, 3 de setembro de 2026, anunciamos o início do encerramento das atividades da Coinext como exchange de varejo”, escreve Ribeiro. Ele cita questões regulatórias no anúncio.

Diferenças de preço e uso de criptomoedas

Na Coreia do Sul, o bitcoin negociado em won na Upbit apresenta um prêmio de aproximadamente 1% em relação ao preço em dólares na Binance. A diferença, registrada nesta terça-feira (1º), é conhecida como “kimchi prize”, em referência à comida típica do país.

A Upbit é a maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul e é controlada pela Dunamu.

Na Argentina, 94% das negociações de criptomoedas são destinadas à conversão da moeda em “dólar digital”, segundo dados da a16z. O movimento é associado à afeição dos argentinos pelo dólar e à crise econômica que se arrasta desde o início dos anos 2020.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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