Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Belo Horizonte 14°C 14° / 22°
Notícia a toda hora
Esportes

US Open enfrenta críticas por barulho, maconha e influência nas arquibancadas

Tenistas reclamam de interrupções e ruídos, enquanto cem criadores recebem credenciamento de mídia no torneio em Nova York.

US Open enfrenta críticas por barulho, maconha e influência nas arquibancadas
Foto: Michael Mooney/USTA/Getty Images

O US Open 2026 enfrenta críticas de tenistas por causa do barulho nas arquibancadas, do cheiro de maconha e do comportamento de influenciadores durante as partidas. A organização credenciou cem criadores de conteúdo para divulgar o torneio e alcançar novos públicos.

Na sexta-feira, 4, Aryna Sabalenka reclamou do cheiro de maconha durante uma partida no Arthur Ashe Stadium, principal quadra do complexo. A bielorrussa, atual campeã e líder do ranking, falou com a árbitra Eva Asderaki-Moore: “Alguém está fumando maconha, então por favor… porque o cheiro é muito forte”. Depois, Sabalenka afirmou que não se incomoda com o que as pessoas fazem, mas pediu que ninguém fume dentro de uma quadra de tênis.

Na partida entre Jakub Mensik e Learner Tien, um torcedor bêbado foi retirado das arquibancadas. O francês Adrian Mannarino, de 38 anos, criticou a circulação de pessoas durante os pontos, além das conversas e do ruído no complexo. Para ele, o torneio passou a tolerar um comportamento diferente do padrão tradicional do tênis.

O italiano Flavio Cobolli também disse que o ambiente em Nova York é muito barulhento e torna as partidas mais difíceis para os jogadores. Ele afirmou, porém, que não perdeu por causa do ruído.

Influenciadores nas arquibancadas

Durante o jogo entre Naomi Osaka e Anastasia Zakharova, o árbitro Kader Nouni pediu silêncio a pessoas que usavam ring lights para gravar vídeos. Osaka relatou que o árbitro precisou solicitar silêncio diversas vezes e que ouviu gritos durante sua primeira partida. “O árbitro disse para o público fazer silêncio mais vezes do que já vi um árbitro pedir silêncio para o público”, declarou a tenista após vencer a adversária.

Jessica Pegula disse entender a presença de influenciadores, mas considerou desrespeitoso o uso de luzes e a produção de fotos durante partidas. Coco Gauff afirmou que a chegada de um novo público pode ajudar o esporte a crescer, desde que a etiqueta do tênis seja respeitada.

Frances Tiafoe e Daniil Medvedev defenderam a iniciativa. Tiafoe disse não ver problema no comportamento dos espectadores enquanto eles forem ao torneio para assistir ao tênis. Medvedev afirmou que ampliar a visibilidade e a popularidade do esporte traz mais aspectos positivos do que negativos e declarou confiar na USTA, a United States Tennis Association.

Em Wimbledon, o All England Club deve manter regras diferentes. O torneio inglês não concederá credenciais de mídia a influenciadores e criadores de conteúdo, e itens como ring lights poderão ser confiscados quando puderem atrapalhar as partidas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.