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Justiça

Alckmin propõe prazo para ministros do STF e código de ética

Vice-presidente defende mandatos de até quinze anos e apoia medidas anunciadas por Edson Fachin para a Corte.

Alckmin propõe prazo para ministros do STF e código de ética
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin defende a adoção de mandatos com prazo definido para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a criação de um código de ética para a Corte. A declaração ocorre neste sábado, 19, durante entrevista coletiva em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Atualmente, os ministros permanecem no cargo até a aposentadoria compulsória, aos 75 anos. Alckmin cita modelos europeus e afirma que o mandato poderia durar dez, doze ou, no máximo, quinze anos. Para ele, a renovação periódica contribui para a alternância na composição do tribunal.

“Eu sempre defendi mandato. Nada deve ser vitalício, alternância saudável”, afirma o vice-presidente.

Alckmin também diz que o STF precisa estabelecer regras de conduta para definir o que é permitido aos ministros. A proposta inclui normas sobre atuação e comportamento dos integrantes da Corte.

Posição de Fachin

O vice-presidente elogia o presidente do STF, Edson Fachin, por defender a retirada de sigilos e a transparência na vida pública. Alckmin afirma que autoridades com maior poder devem prestar mais contas e não ter privilégios.

Na sexta-feira, 4 de setembro, Fachin defende, durante um evento no Palácio do Planalto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o fim do inquérito das fake news e a adoção de um Código de Ética para os integrantes do STF.

Fachin também fala em modernizar o sistema de Justiça e afirma que nenhuma autoridade está acima da Constituição. Ao tratar da condução dessas mudanças, diz que não haverá precipitação nem omissão e que as instituições devem ser preservadas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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