O ministro Edson Fachin completa, no próximo dia 29, um ano na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). A gestão chega ao marco sob a pressão de uma crise que o texto classifica como a maior já enfrentada pela instituição.
Fachin pretende apresentar um balanço positivo do período à frente da Corte. Antes disso, porém, precisa conduzir uma sessão marcada para terça-feira, na qual os ministros vão decidir se um integrante do tribunal será investigado por manter relações secretas com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O caso envolve o Banco Master e coloca no centro da avaliação sobre a presidência de Fachin o caminho que ele escolher para o STF. Um colega do ministro afirma que o resultado da gestão e de sua biografia estará ligado à condução do episódio.
“O ministro Fachin quer entrar para a história fazendo a coisa certa”, diz o magistrado. O desfecho depende do que ocorrer na sessão de terça-feira.



