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STF não abriu investigação sobre possível repasse de R$ 35 milhões a Toffoli

Relatório da PF apontou indícios sobre ativo de fundo que recebeu recursos de Daniel Vorcaro; ministros descartaram suspeição de Toffoli.

STF não abriu investigação sobre possível repasse de R$ 35 milhões a Toffoli
Foto: Antonio Augusto/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, em fevereiro, analisar um relatório da Polícia Federal que apontava indícios de que o ministro Dias Toffoli seria o “beneficiário final” ou “proprietário de fato” de um ativo do fundo de investimento Arleen. O fundo recebeu 35 milhões de reais do banqueiro Daniel Vorcaro.

O relatório também registrava que Vorcaro considerava os depósitos no fundo um compromisso inadiável. Ao saber que um dos repasses não havia sido feito, ele ordenou urgência no pagamento e entrou em contato com Toffoli. Em uma mensagem ao cunhado, responsável por operar os pagamentos, o banqueiro afirmou que o atraso o havia deixado em “situação ruim”.

Decisão dos ministros

Em reunião fechada realizada em fevereiro, os dez ministros do STF entenderam que não havia necessidade de declarar a suspeição de Toffoli, que era o relator das investigações sobre o Banco Master. No mesmo encontro, porém, o ministro concordou em deixar a relatoria do caso.

Em nota conjunta, os magistrados afirmaram: “Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”.

André Mendonça foi sorteado como novo relator no mesmo dia. Desde então, a investigação foi ampliada e passou a alcançar diversas autoridades.

O ministro Alexandre de Moraes é o alvo mais recente. Na próxima semana, o plenário do STF decidirá se abre uma apuração contra ele com base na troca de mensagens mantida com Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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