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Irã condiciona reabertura de Ormuz a redução da pressão militar dos EUA

Masoud Pezeshkian diz que Teerã aceita negociar, mas exige respeito ao direito internacional e mudanças na ação americana.

Irã condiciona reabertura de Ormuz a redução da pressão militar dos EUA
Foto: Iranian Presidency/Anadolu via/Getty Images

O Irã afirma que pode reabrir o Estreito de Ormuz em até sete dias se os Estados Unidos reduzirem a pressão militar e suspenderem o bloqueio aos portos iranianos. A condição foi apresentada por um funcionário de alto escalão do governo iraniano, que também indicou a disposição de Teerã para retomar as negociações.

A proposta para encerrar as hostilidades teria sido transmitida aos Estados Unidos por mediadores em 16 de setembro. O governo iraniano também exige um anúncio oficial de Washington sobre a intenção de buscar uma solução diplomática e um cronograma para as próximas etapas.

Posição de Pezeshkian

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirma que o país não pretende prolongar o conflito iniciado em fevereiro. Para ele, os Estados Unidos devem decidir se querem encerrar ou estender a guerra. Pezeshkian declara que Teerã aceita negociar desde que um eventual acordo siga as normas do direito internacional.

“Quando as coisas podem ser resolvidas por meio do diálogo, não deveríamos nos matar”, disse o presidente iraniano. Ele também atribuiu a Israel a instigação do conflito e afirmou que o Irã não quer continuar a guerra.

Pezeshkian critica ainda o fim do cessar-fogo firmado em junho e questiona por que o entendimento foi rompido pouco depois da assinatura. Em outra declaração, afirma que um acordo poderia ser buscado pelo atual governo americano, independentemente do período anterior ou posterior às eleições legislativas americanas.

Na véspera, durante discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente iraniano disse que o Irã não iria “se ajoelhar” diante de Washington. Donald Trump afirma que Estados Unidos e Irã mantêm contatos na tentativa de encontrar uma saída para a guerra.

A eventual reabertura do Estreito de Ormuz tem impacto sobre o mercado global de energia. A passagem é uma das principais rotas marítimas para o transporte de petróleo e gás e registra forte redução no fluxo de embarcações desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, em fevereiro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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