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Ministério da Justiça rebate Trump e defende ações contra PCC e CV

Pasta afirma que governo brasileiro combate o crime organizado e mantém cooperação com os Estados Unidos.

Ministério da Justiça rebate Trump e defende ações contra PCC e CV

O Ministério da Justiça e Segurança Pública rejeita as críticas feitas por Donald Trump ao combate brasileiro ao crime organizado. Em documento enviado ao Congresso dos Estados Unidos, o presidente americano afirmou que o Brasil falhou no enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e ao Comando Vermelho (CV).

A pasta diz que a avaliação desconsidera medidas adotadas pelo governo federal, entre elas a Lei Antifacção, sancionada em março de 2026. A legislação prevê penas mais severas para líderes de facções e mecanismos para reduzir a capacidade de operação desses grupos.

O ministério também cita dezenas de milhares de operações realizadas por forças federais, com bilhões de reais em prejuízos para criminosos. A nota menciona ainda as ações de 2026 do Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado em maio último.

Cooperação com os Estados Unidos

Segundo o governo brasileiro, o programa atua no sufocamento econômico das facções, no fortalecimento do sistema prisional, na investigação de homicídios e no combate ao tráfico de armas.

A pasta afirma que a manifestação de Trump também ignora a cooperação existente entre Brasil e Estados Unidos. O governo cita uma proposta entregue pessoalmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7/5/2026, em Washington, com medidas conjuntas contra a lavagem de dinheiro, compartilhamento de inteligência e tráfico de armas. O Brasil ainda aguarda uma possível resposta do governo americano.

Trump escreveu que o governo brasileiro não enfrentou as organizações que classificou como terroristas internacionais. Também afirmou que a falta de ação transformou o Brasil em um centro do fluxo global de cocaína e defendeu medidas urgentes contra as facções.

As declarações integram uma diretiva enviada pelo presidente americano ao Legislativo dos Estados Unidos, com a indicação de países que têm maior tráfico e produção de drogas naquele ano. O Brasil não está entre as 23 nações listadas, mas aparece citado no documento.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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