Assistentes personalizados de inteligência artificial podem ser configurados para trabalhar com objetivos definidos, regras próprias e formatos específicos de resposta. A proposta atende desde a curadoria de notícias até o controle de finanças, conforme a necessidade de cada usuário.
A personalização permite determinar quais termos devem ser evitados, quais fontes podem ser consultadas e qual linguagem será usada nas respostas. Depois que essas orientações são associadas ao assistente, não é preciso repeti-las em cada novo prompt. A configuração também reduz o espaço ocupado pelas instruções nos tokens.
Onde encontrar os recursos
As plataformas adotam nomes diferentes para funções semelhantes. No Google Gemini, a área de configuração é chamada de Gems. No ChatGPT, o recurso correspondente é Projetos, enquanto a função GPTs não está disponível para contas pessoais. O Perplexity oferece a opção Fluxos de trabalho.
Em geral, os serviços têm um campo para inserir as regras do chatbot. Algumas plataformas também permitem o envio de arquivos de referência, usados para orientar as respostas e adaptar os resultados ao objetivo definido.
Como estruturar as instruções
Antes de criar o assistente, o usuário pode pedir que uma ferramenta de IA transforme sua finalidade em um modelo de prompt. Outra possibilidade é solicitar uma lista de perguntas, respondê-las e, depois, pedir um conjunto completo de instruções com essas informações.
O planejamento pode incluir o objetivo geral, a persona que o assistente deve interpretar, o formato das entregas, as ações permitidas e proibidas, a maneira esperada de apresentar os resultados, a rotina de trabalho e observações adicionais.
Criação no Gemini
No Gemini, o procedimento começa pela abertura do serviço e pela seleção do ícone de engrenagem. Em seguida, o usuário deve acessar Gems, definir um título, colar o prompt preparado e salvar as alterações. Depois disso, já pode iniciar uma conversa com o assistente configurado.



