A Xiaomi apresenta o Pad 9 Pro Max, tablet desenvolvido para disputar funções normalmente associadas aos notebooks. O aparelho combina tela de 13,3 polegadas, chip próprio e recursos voltados à produtividade, incluindo suporte para multitarefa e uso como monitor externo.
O painel tem resolução de 3408 x 2272 pixels, proporção 3:2 e taxa de atualização de 144 Hz. O brilho máximo chega a 1.000 nits. Há também uma versão Nano Soft Light Edition, criada para reduzir reflexos durante o trabalho ou a reprodução de conteúdos.
Com construção unibody de metal, o tablet tem 5,67 mm de espessura e pesa cerca de 645 gramas. Nas câmeras, a Xiaomi inclui um sensor traseiro de 50 MP, capaz de gravar em 4K a 60 fps. A câmera frontal tem 32 MP e registra vídeos em 1080p a 60 fps.
Recursos para produtividade
O Pad 9 Pro Max usa o XRING O3, chip de 3 nanômetros produzido pela própria Xiaomi. A fabricante afirma que o desempenho de CPU e GPU se aproxima do Apple M5. O sistema HyperOS 4.0 traz otimizações para telas grandes e funções destinadas a uma experiência semelhante à de um computador.
O dispositivo pode manter até seis aplicativos abertos ao mesmo tempo. O suporte a DP-in permite usar o tablet como segundo monitor de um PC, tela para desenho ou monitor externo de um console.
O conjunto inclui oito alto-falantes e seis microfones, além de Dolby Atmos, áudio Hi-Res e redução de ruído. A bateria tem 12.000 mAh e aceita carregamento de 120 W por meio da tecnologia Surge Charge. O tablet também oferece Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.
Preços na China
O modelo chegou inicialmente ao mercado chinês. A configuração com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno custa 4.799 yuans, cerca de R$ 3.665. A versão com 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e tela Nano Soft Light sai por 7.899 yuans, o equivalente a R$ 6.033.



