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Nikolas amplia rede de candidatos e diverge da campanha de Flávio Bolsonaro

Deputado articula apoio a nomes de diferentes partidos e entra em conflito com aliados do candidato à Presidência e da família Bolsonaro.

Nikolas amplia rede de candidatos e diverge da campanha de Flávio Bolsonaro

A participação de Nikolas Ferreira na campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República ocorre ao lado da construção de um projeto político próprio. O deputado federal do PL de Minas Gerais voltou a dividir agendas e a gravar conteúdos com o candidato após meses de distanciamento, mas mantém uma rede de apoio a candidaturas em diferentes estados e partidos.

Nikolas pretende eleger ao menos dez representantes para a Câmara dos Deputados e nove deputados estaduais para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Os candidatos passaram dias em Brasília e Belo Horizonte produzindo materiais de propaganda, receberam um kit padronizado de divulgação e passaram a se apresentar nas redes sociais como candidatos apoiados pelo parlamentar.

A estratégia incomoda o núcleo da campanha de Flávio, que esperava usar a mobilização digital e a capacidade de transferência de votos de Nikolas diretamente na disputa pelo Palácio do Planalto. O deputado, porém, direciona parte desse alcance para formar uma base política própria.

Divergências em Minas Gerais

O conflito aparece na composição política de Minas Gerais. Nikolas se opôs à filiação de Eduardo Cunha ao PL e à sua inclusão na chapa proporcional do estado. Flávio adotou posição contrária, gravou um vídeo pedindo votos para Cunha, que acabou se filiando ao Republicanos.

Na disputa pelo Senado, Nikolas apoia Domingos Sávio para a primeira vaga e recomenda também Marco Antônio Superman. A equipe de Flávio busca aproximação com o senador Carlos Viana, aliado de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa do senador fluminense.

A atuação na Assembleia Legislativa também difere da estratégia de 2022, quando Nikolas concentrou o apoio em Bruno Engler. Agora, ele distribui a chancela entre nove nomes. O presidente do PL em Minas Gerais, Zé Vitor, afirma que a medida fortalece a chapa proporcional e reflete parcerias ampliadas no estado.

Apoios fora do PL

A rede nacional inclui candidatos do Novo, PP e Republicanos. Entre os nomes apoiados estão Pedro Pôncio, em São Paulo; Guilherme Kilter, no Paraná; Hiago Stock, no Rio Grande do Sul; Sanches da Federal, em Goiás; e Athally Albuquerque, em Roraima.

Em Goiás, o apoio de Nikolas a Sanches da Federal contrasta com a campanha de Flávio para Major Vitor Hugo, antigo aliado de Jair Bolsonaro. Em Santa Catarina, Nikolas mantém a aliança com Ana Campagnolo, apesar de ela não ter gravado vídeos de apoio a Carlos Bolsonaro, candidato ao Senado, e de ter sido cobrada publicamente por Flávio.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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