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Flávio Bolsonaro promete mudanças no STF e amplia ataques a Lula em ato na Paulista

Em São Paulo, senador promete reduzir a maioridade penal, aumentar penas e indicar cinco ministros ao STF se for eleito presidente.

Flávio Bolsonaro promete mudanças no STF e amplia ataques a Lula em ato na Paulista
Foto: Veja/Veja

O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) atacou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e apresentou promessas nas áreas de segurança, saúde e educação durante um ato na Avenida Paulista, no feriado de Sete de Setembro.

Na abertura do discurso, o senador repetiu os gritos de “Fora, Lula! Fora, Moraes”, em referência ao presidente e ao ministro Alexandre de Moraes. Flávio afirmou que pretende indicar cinco ministros ao STF caso seja eleito: quatro vagas abertas por aposentadorias e outra que, segundo ele, ocorrerá porque Moraes “vai cair”.

O candidato disse que sua vitória vai “resgatar a credibilidade do Judiciário” e “proteger o STF”. Também afirmou que pretende escolher magistrados contrários à legalização do aborto e à chamada ideologia de gênero. Ao associar Moraes a Lula, declarou: “Quem votar em Lula estará votando em Alexandre de Moraes”.

Flávio ainda classificou como “uma farsa” a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado. Ele comparou a decisão à “segunda facada” sofrida pelo pai. A primeira, segundo o senador, foi o atentado contra Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, em setembro de 2018.

Promessas para segurança e serviços públicos

Entre as propostas apresentadas, Flávio citou a redução da maioridade penal para 16 anos, a aprovação da castração química para estupradores e o aumento para oito anos da pena de prisão para ladrões de celulares. Também prometeu combater os “narcoterroristas” que, segundo ele, controlam partes do território brasileiro.

Na saúde, afirmou que pretende criar uma “saúde pública padrão Einstein”, em referência ao Hospital Albert Einstein, e citou Claudio Lottenberg como seu futuro ministro da Saúde. Para a educação, defendeu escolas com “estudantes e não militantes nos colégios”.

O presidenciável também prometeu um país que não dependa de políticos para garantir comida à população e disse que nordestinos deixarão de ser enganados por um governo que, na avaliação dele, leva pobreza e violência à região.

Ao final, Flávio chamou o governo Lula de “corrupto” e “incompetente”, mencionou a investigação da Polícia Federal sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e afirmou que entregará o Brasil “nas mãos do senhor Jesus”. Ele também disse usar colete à prova de balas por saber “do que a esquerda é capaz” e citou o risco de uma “terceira facada”.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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