O petróleo se aproxima de US$ 100 nesta terça-feira (8), em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. O barril do Brent avança 1,77%, a US$ 98,72, enquanto o WTI sobe 2,93%, a US$ 94,91.
Os investidores também acompanham a pesquisa eleitoral BTG/Nexus. O levantamento coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno, por 46% a 45%. Os dois permanecem empatados dentro da margem de erro.
A alta do petróleo ocorre após o mais recente ataque dos Houtis à Arábia Saldita. No exterior, as bolsas asiáticas fecham em queda, e os mercados europeus e os índices futuros dos Estados Unidos operam majoritariamente no vermelho.
Desempenho dos mercados
O Ibovespa encerra o segundo dia de perdas, pressionado pela maior aversão a risco e por apostas de juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos após dados mais fortes do mercado de trabalho. Na sexta-feira (4), o índice cai 0,02%, aos 185.147,15 pontos, mas acumula alta de 5,4% na semana.
O dólar à vista fecha a R$ 5,13, com avanço de 0,52%. Na semana, a moeda acumula recuo de 1,26% ante o real. Em Nova York, o iShares MSCI Brazil sobe 1,16%, a US$ 38,30.
Entre os demais ativos, o ouro recua 0,83%, a US$ 4.439,60 por onça-troy. O Bitcoin cai 1,35%, a US$ 78.544,73, e o Ethereum baixa 0,51%, a US$ 2.487,81.
A agenda inclui a balança comercial da China, o IGP-DI e o Boletim Focus. À noite, estão previstos o CPI e o PPI chineses. Também há compromissos do ministro da Fazenda, Dario Durigan, da ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, e uma viagem ao exterior de Gabriel Galípolo, substituído por Ailton de Aquino Santos.



