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Economia

Rico troca Vale e Itaú por Iguatemi e Localiza em carteira de dividendos

Corretora atribui mudanças à queda no dividend yield esperado e à revisão das projeções dos analistas para as empresas.

Rico troca Vale e Itaú por Iguatemi e Localiza em carteira de dividendos

A Rico retirou Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) da carteira recomendada de dividendos para setembro. No lugar, entraram Iguatemi (IGTI11) e Localiza (RENT3).

A corretora afirma que a decisão considera a redução do dividend yield esperado e a piora nas projeções dos analistas para Vale e Itaú. As estimativas usadas pela Rico têm como base dados da LSEG.

Critérios da carteira

O portfólio reúne dez ações, com peso de 10% para cada uma, e segue uma metodologia quantitativa. Entre os critérios estão o dividend yield estimado para o fim do ano, as perspectivas de crescimento indicadas por analistas e a presença do papel nas últimas seis publicações da carteira.

A permanência nas publicações anteriores é usada para avaliar a consistência na distribuição de rendimentos. Os dados de dividend yield para 2026 correspondem a estimativas do consenso de mercado.

A saída de Vale e Itaú também busca aumentar o equilíbrio da estratégia de seleção. Mesmo fora da carteira, os dois papéis acumulavam alta até 31 de agosto: 24% para a Vale desde a entrada, em dezembro de 2025, e 19,8% para o Itaú Unibanco desde julho de 2025.

Em agosto, porém, os ativos recuaram. A queda foi de 4,9% para a Vale e de 7,8% para o Itaú.

Motivos para as novas inclusões

A Rico aponta o dividend yield considerado atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas como razões para incluir Iguatemi e Localiza. Para 2026, a estimativa é de 5,6% para Iguatemi e 7,6% para Localiza.

Após as mudanças, a carteira mantém exposição a setores como construção civil, petróleo, bancos, propriedades e transporte.

Desde a primeira publicação, em 31 de março de 2022, a carteira acumula retorno de 160,3%, contra 47,8% do Ibovespa no mesmo período. Em 2026, até o fim de agosto, o portfólio avançava 5,3%, enquanto o índice subia 10,1%. Nos últimos 12 meses, os retornos eram de 15,9% e 25,5%, respectivamente.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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