A força financeira da Premier League coloca quatro jogadores entre a quarta e a sétima posições das maiores transferências do futebol. Três deles chegam aos clubes nesta janela de 2026, mas o movimento não altera a liderança de Neymar.
Enzo Fernández vai para o Manchester City por 145 milhões de euros e iguala Alexander Isak, contratado pelo Liverpool em 2025. Morgan Rogers aparece na sexta posição após chegar ao Chelsea por 138 milhões de euros. Elliot Anderson, também reforço do City, fecha esse grupo com uma transferência avaliada em 135 milhões de euros.
O topo continua com Neymar. Nove anos depois de sair do Barcelona para o Paris Saint-Germain, o brasileiro permanece como dono da maior negociação da história do futebol, por 222 milhões de euros. Kylian Mbappé ocupa o segundo lugar, com 180 milhões de euros, e Ousmane Dembélé aparece em terceiro, com 148 milhões de euros.
Brasileiros e valores que podem mudar
Philippe Coutinho é o outro brasileiro entre os dez primeiros. A transferência do Liverpool para o Barcelona, em 2018, continua na oitava posição, com 135 milhões de euros. João Félix e Jude Bellingham completam a lista.
O ranking ainda pode mudar mesmo sem novas contratações. Bradley Barcola chega inicialmente ao Liverpool por 125 milhões de euros, mas o acordo pode alcançar 145 milhões de euros com bônus. Yan Diomande pode atingir 140 milhões de euros no Real Madrid, enquanto Florian Wirtz pode chegar a 136 milhões de euros em seu contrato com o Liverpool.
Nenhum desses negócios se aproxima dos 222 milhões de euros pagos pelo PSG por Neymar. Mesmo com a ativação de todos os bônus citados, o brasileiro manteria uma margem confortável na liderança.
Michael Olise também aparece como possível nome para uma negociação futura. Após uma temporada de destaque pelo Bayern de Munique, o francês é avaliado pelo clube alemão entre 200 e 250 milhões de euros. O Real Madrid está entre os clubes associados ao jogador, mas não há negociação concreta no mercado de 2026, e o Bayern não pretende vendê-lo.
Assim, as três contratações de 2026 que entram no Top 10 reforçam a escalada dos valores, mas não ameaçam o recorde estabelecido por Neymar em 2017.



