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Polícia do Rio investiga denúncia de homofobia contra ator no Rock in Rio

João Victor Gonçalves afirma ter sido vítima de homofobia; GH Rell nega a acusação e diz ter sido alvo de racismo.

Polícia do Rio investiga denúncia de homofobia contra ator no Rock in Rio

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga se o ator João Victor Gonçalves, intérprete de Mau Mau na novela “Quem ama cuida”, foi vítima de homofobia durante uma abordagem nas proximidades da Cidade do Rock, onde ocorre o Rock in Rio. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro também apura o caso após receber uma representação anônima.

A abordagem ocorreu durante uma transmissão ao vivo do criador de conteúdo GH Rell. O grupo que o acompanhava fez comentários sobre a roupa e a aparência do ator e o seguiu por alguns metros. João Victor acelerou o passo para deixar o local.

Depois que trechos da transmissão circularam nas redes sociais, o ator publicou um vídeo em que classificou o episódio como homofobia e afirmou que adotaria medidas legais. “Homofobia não é entretenimento”, declarou. Na novela, ele interpreta um jovem que enfrenta a homofobia estrutural da família, especialmente do avô, personagem de Tony Ramos.

GH Rell primeiro disse que realiza abordagens de rua como entretenimento e pediu desculpas pelo episódio. Depois, negou ter agido com preconceito por orientação sexual e manteve as críticas à calça usada pelo ator. O criador de conteúdo também acusou João Victor de racismo após o ator relatar medo de ser roubado durante a abordagem. GH Rell afirmou ainda que ele e familiares passaram a receber ataques na internet.

A apuração está sob responsabilidade da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). A Polícia Civil informou que não havia registro na delegacia da área, mas que a Decradi abriu investigação ao tomar conhecimento dos fatos. A corporação orientou que os casos sejam formalmente registrados para permitir a identificação e a responsabilização dos envolvidos.

A organização do Rock in Rio afirmou que repudia discriminação, assédio e violência. Também informou que o episódio ocorreu fora do perímetro atendido pela segurança privada do festival e citou ações de prevenção, equipes treinadas e o setor de Pluralidade dentro da Cidade do Rock.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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