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Justiça

Justiça analisa denúncia após estupro coletivo; morte de ciclista tem oito investigados

Casos ocorridos em Copacabana avançam com réus presos, audiência encerrada e novas linhas de investigação sobre a morte de Cláudio Rafael Landeiro.

Justiça analisa denúncia após estupro coletivo; morte de ciclista tem oito investigados

A Polícia Civil identificou ao menos oito pessoas que podem ter participado, direta ou indiretamente, do espancamento que matou o ciclista Cláudio Rafael Landeiro em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O homem foi agredido depois de ser apontado como responsável pelo furto de uma bicicleta.

As investigações indicam que Cláudio foi atacado por um grupo e morreu em consequência dos ferimentos. A perícia registrou dezenas de golpes. O caso resultou na prisão de suspeitos e na identificação de outros possíveis envolvidos. Entre os investigados estão entregadores e pessoas que trabalhavam na região. A polícia continuou procurando suspeitos depois das primeiras prisões.

As autoridades também apuram a possível atuação de grupos que fariam abordagens e agressões contra pessoas apontadas como suspeitas de crimes. Esses grupos são investigados como possíveis vigilantes ou “justiceiros” na Zona Sul do Rio.

Processo por violência sexual

Em outro caso ocorrido em Copacabana, quatro homens respondem por estupro coletivo e cárcere privado qualificado. Bruno Felipe dos Santos Allegretti, João Gabriel Xavier Bertho, Matheus Verissimo Zoel Martins e Vitor Hugo Oliveira Simonin continuam presos no Presídio Juíza de Direito Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

A vítima é uma adolescente de 17 anos. O crime teria acontecido na noite de 31 de janeiro, em um apartamento. Conforme a denúncia, ela foi ao endereço para encontrar um jovem com quem já havia se relacionado. Ainda segundo a acusação, outros homens entraram no quarto, e a adolescente afirmou ter sido agredida, impedida de deixar o imóvel e submetida a atos sexuais sem consentimento. As defesas negam a acusação e afirmam que houve consentimento.

Um adolescente apontado como participante teve a internação determinada em uma unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). A última audiência de instrução ocorreu em 13 de agosto, com depoimentos dos quatro réus e de testemunhas das defesas. A etapa foi encerrada, e Ministério Público e defesas agora apresentam suas alegações finais antes da decisão judicial.

Vitor Hugo Oliveira Simonin também foi indiciado em agosto em uma investigação sobre outra adolescente, relacionada a um episódio que teria ocorrido durante uma festa no Humaitá, em outubro de 2025. Esse procedimento tramita sob sigilo. Os dois casos de Copacabana ocorreram em circunstâncias diferentes, sem indicação de ligação entre eles.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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