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Justiça

PV contesta no STF limites para organizar fiscalização do IBS

Partido sustenta que a Lei Complementar 227/2026 reduz a autonomia de estados, municípios e do Distrito Federal na administração do imposto.

PV contesta no STF limites para organizar fiscalização do IBS

O Partido Verde pede ao Supremo Tribunal Federal que suspenda regras da fiscalização do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A ação direta de inconstitucionalidade é relatada pelo ministro Gilmar Mendes.

A legenda afirma que a Lei Complementar 227/2026 cria situações em que a competência para fiscalizar o imposto pode ser considerada delegada. Isso ocorreria mesmo quando a administração tributária habilitada não fosse titular ou cotitular da atividade. O partido também questiona a possibilidade de delegação quando o órgão não tivesse participado do procedimento de habilitação.

O PV contesta ainda a exigência de que os servidores responsáveis pela fiscalização tenham, simultaneamente, competência para verificar obrigações tributárias e constituir o crédito tributário. Na avaliação do partido, esse modelo interfere na forma como estados, municípios e o Distrito Federal estruturam suas administrações tributárias.

Limites do questionamento

A legenda afirma que a ação não busca invalidar a reforma tributária nem a criação do IBS. Também não se opõe à coordenação nacional da administração do imposto.

A contestação se concentra nas regras da lei complementar que, segundo o partido, avançam além dos limites estabelecidos pela Emenda Constitucional 132/2023. Para o PV, os dispositivos restringem competências administrativas dos entes federativos.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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