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Justiça

Corte eleitoral do Rio barra quatro registros e remete casos ao Ministério Público

Decisões citam atuação política em áreas sob influência criminosa, doações ligadas ao tráfico e crimes contra o patrimônio público.

Corte eleitoral do Rio barra quatro registros e remete casos ao Ministério Público

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro encaminha ao Ministério Público os processos de quatro candidatos que tiveram os registros negados por vínculo com organizações criminosas. A medida permite a apuração das irregularidades apontadas nos julgamentos.

As decisões, tomadas na sexta-feira (11/9), aplicam o parágrafo 4ª do artigo 17 da Constituição, que impede partidos de utilizar “organização paramilitar”. Antes dessa sessão, o colegiado já havia rejeitado outros cinco registros pelo mesmo tipo de associação.

Em um dos casos, uma candidata à Câmara recebeu votos concentrados em regiões que, conforme a corte, sofrem influência comprovada de um grupo criminoso. Os magistrados também identificaram doações de campanha feitas por uma pessoa condenada por tráfico e avaliaram que a candidatura buscava levar a facção ao Legislativo.

Outro registro, de um candidato a deputado estadual, foi negado após as provas apontarem atuação política em “territórios conflagrados” e influência exercida na condição de dirigente de escola de samba.

Outros casos

No processo de um candidato à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o tribunal afirmou que ele exerce, de maneira contínua e operacional, a função de braço político de uma organização criminosa. As decisões mencionam investigações e procedimentos criminais relacionados a ele, incluindo posse ou porte de armas.

O quarto candidato, que disputava uma vaga de deputado federal, foi enquadrado no conceito de “milícia de gravata”. Para os desembargadores, ele participou de um esquema de organização criminosa envolvendo peculato e lavagem de dinheiro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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