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Boneco gigante de Trump marca ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista

Manifestação reúne bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel, além de críticas a Lula e ao Supremo Tribunal Federal.

Boneco gigante de Trump marca ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista
Foto: Karina Iliescu (F)/Folhapress

Um boneco inflável gigante de Donald Trump é levado à manifestação bolsonarista realizada nesta segunda-feira (7), na Avenida Paulista, durante o feriado de 7 de Setembro. A imagem aparece entre bandeiras brasileiras, dos Estados Unidos e de Israel, além de cartazes contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

O ato reúne apoiadores do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). No carro de som, os discursos concentram críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Alexandre de Moraes. Também participam nomes da direita e do bolsonarismo, como Tarcísio de Freitas, Silas Malafaia e Nikolas Ferreira.

Críticas ao STF

Durante a manifestação, Flávio Bolsonaro defende a saída de Alexandre de Moraes do Supremo e afirma que o ministro sofrerá impeachment. O candidato também declara que, se for eleito presidente, pretende indicar cinco ministros ao STF.

A presença de Trump funciona como referência para o bolsonarismo em um momento em que a relação entre Brasil e Estados Unidos aparece no debate eleitoral, especialmente nas discussões sobre soberania e interferência estrangeira. A representação do presidente americano divide espaço com as cores da bandeira brasileira no Dia da Independência.

Discurso de Lula

Na noite de domingo (6), Luiz Inácio Lula da Silva aborda a soberania nacional em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão. Sem citar Trump nominalmente, o presidente critica tentativas de interferência estrangeira e afirma que nenhum governante de outro país pode determinar de quem o Brasil compra ou para quem vende.

“Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, afirma Lula.

O presidente também relaciona a soberania ao controle e ao uso de riquezas estratégicas brasileiras, como petróleo, água doce, minerais críticos e terras raras. Os discursos apresentados nos dois atos colocam em evidência a disputa política em torno da autonomia do Brasil diante das grandes potências.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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