Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, defende Flávio Dino e critica os adversários do ministro. O advogado criminalista e jurista afirma que os críticos representam o que há de pior na história do Brasil e classifica-os como dignos de pena.
Kakay descreve Dino como alguém de cultura jurídica e literária, além de destacar sua coragem, seu humor e sua oratória. Também elogia a decisão do ministro de escrever sobre o tema, com elegância e contundência.
O advogado diz que gostaria de ver os críticos aceitarem um debate com Dino. Na avaliação dele, essas pessoas se escondem atrás de uma suposta superioridade e são “indigentes intelectuais” e “covardes”.
A defesa de Kakay também passa por sua relação pessoal com o Nordeste. Ele afirma sentir-se profundamente nordestino e menciona o casamento com uma piauiense, os 2 filhos com sangue do Piauí e uma família de adoção afetiva no Maranhão, associada ao ex-presidente Sarney.
O advogado ainda cita uma casa em Trancoso, na Bahia, onde considera passar a velhice, e declara desprezo por preconceitos que, segundo ele, servem para dividir o país. Kakay relaciona esse cenário ao desempenho da esquerda e do humanismo no Nordeste, onde afirma que esse campo político está ganhando com razoável distância.
Ao final, lembra o escritor Mário Quintana: “eles passarão, eu passarinho.”



