Santos, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,92 · Ibovespa 183.828 -0,00% Santos 23°C 22° / 27°
Notícia a toda hora
Política

Secom diz que servidor agiu por conta própria em caso envolvendo Flávio Bolsonaro

Órgão afirma que republicação ocorreu em perfil particular e fora do expediente; defesa pede prisão preventiva e busca e apreensão.

Secom diz que servidor agiu por conta própria em caso envolvendo Flávio Bolsonaro
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) afirma que George Marques da Silva agiu por conta própria ao republicar uma mensagem sobre Flávio Bolsonaro. O órgão diz que a publicação ocorreu em perfil particular, fora do horário de expediente e com equipamento próprio.

A manifestação responde à queixa-crime apresentada pela defesa de Flávio, que pede a prisão preventiva do coordenador geral de Estratégia e Informação da Secom, além de busca e apreensão e preservação do conteúdo publicado no X, incluindo posts excluídos.

A Secom afirma que não cabe atribuir ao Governo Federal a responsabilidade pela republicação. O órgão também declara compromisso com a liberdade de expressão e de religião e repudia o que classifica como patrulhamento e censura no episódio.

O conteúdo da queixa-crime

Os advogados Tracy Reinaldet, Matteus Macedo e Leonardo Castegnaro acusam George Marques de compartilhar uma mensagem que incentivava a continuidade da circulação de uma informação falsa sobre Nossa Senhora Aparecida. O boato, desmentido pela campanha de Flávio e pelo próprio candidato, afirmava que ele apoiaria um projeto para retirar da santa o título de padroeira do Brasil.

A defesa anexou à queixa-crime um print de uma publicação no X que foi repostada pelo servidor. A mensagem orientava os usuários a não divulgarem a retratação e a continuarem compartilhando que Nossa Senhora havia sido atacada, com o objetivo de fazer o conteúdo chegar ao interior do Nordeste e ao interior do Norte. O texto também mencionava a Jovem Pan.

Segundo os advogados, George Marques deu uma ordem para impedir a circulação da retratação e manter a propagação da informação falsa. A defesa sustenta que a conduta pode se enquadrar em três crimes: divulgação de fatos sabidamente inverídicos durante a campanha eleitoral, incitação ao crime e associação criminosa.

O pedido apresentado à Justiça Eleitoral inclui medidas cautelares urgentes, busca e apreensão, prisão preventiva e preservação do conteúdo do perfil do servidor no X.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.