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Como reduzir borrões e melhorar retratos de animais no celular

Luz natural, enquadramento na altura do pet e recursos de captura ajudam a registrar imagens mais nítidas e espontâneas.

Como reduzir borrões e melhorar retratos de animais no celular
Foto: André Magalhães/Canaltech

Fotos de animais de estimação podem perder nitidez quando eles se movimentam durante o registro. Para melhorar o resultado, é possível combinar recursos do celular com mudanças simples na posição da câmera, na iluminação e na forma de chamar a atenção do pet.

A foto em movimento, chamada de Live Photo no iPhone, grava por um curto período e gera uma versão animada. O recurso pode ser útil quando o animal não permanece parado. O disparo contínuo é outra alternativa: ele registra várias imagens de uma vez, mas exige a escolha posterior da melhor foto.

Também é possível tentar fazer com que o pet olhe para a lente. Brinquedos e avisos sonoros ajudam a direcionar a atenção do animal. A pose não deve ser forçada, porque ele pode ficar desconfortável.

Luz e enquadramento

A luz natural favorece fotos com animais. O pet não deve ficar contra a fonte de iluminação, como uma janela. O brilho disponível pode ser aproveitado especialmente no fim da tarde, durante a chamada “golden hour”, ou “hora de ouro”. Um passeio com o cachorro nesse período também pode render novas imagens.

Outra recomendação é posicionar o celular na altura do rosto do animal. Usar o olho como referência ajuda a definir o foco e reduz a possibilidade de uma foto borrada. Esse enquadramento ainda permite registrar o pet a partir de uma perspectiva mais próxima da visão dele.

O zoom digital deve ser evitado. O recurso produz efeito semelhante ao de ampliar uma imagem com os dedos, reduz a qualidade e pode fazer com que partes do animal fiquem fora do registro quando ele se movimenta. Sempre que possível, é melhor ajustar a posição do celular para enquadrar o pet sem ampliar digitalmente.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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