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Incêndio em festa de casamento deixa 22 mortos em Kinshasa

Fogo atinge salão no distrito de Lingwala; feridos são levados a hospitais, e causa ainda não foi informada pelas autoridades.

Incêndio em festa de casamento deixa 22 mortos em Kinshasa

Um incêndio durante uma festa de casamento deixa pelo menos 22 mortos e vários feridos em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo. O fogo começa na sexta-feira (4), em um salão no primeiro andar de um prédio comercial no distrito de Lingwala.

A celebração acontece na boate Panacée, onde os noivos e os convidados estão reunidos quando as chamas começam. A retirada das pessoas é dificultada pela estrutura do espaço, que tem apenas uma porta disponível para a saída.

O balanço divulgado até a manhã de sábado (5) é provisório. Norbert Mushiga Nzindula, prefeito do distrito de Lingwala, informa que diversos feridos são encaminhados para hospitais e unidades de emergência da região.

Evacuação é prejudicada por fumaça

Nzindula afirma que a única saída do salão pode ter contribuído para o número de vítimas, porque não permitia que muitos convidados deixassem o local ao mesmo tempo. “A saída, aparentemente, era estreita demais para permitir a evacuação de um grande número de pessoas de uma vez”, declara.

O prefeito também relaciona a dificuldade de retirada ao pânico e à fumaça. “A fumaça também os impediu de sair. Mas, no momento, a causa do incêndio é desconhecida”, afirma.

As chamas continuam durante a madrugada e são controladas nas primeiras horas de sábado. A causa do incêndio ainda não é informada pelas autoridades.

Imagens feitas depois do fogo mostram móveis destruídos, estruturas carbonizadas e marcas da ação das chamas. Os vidros das janelas quebram com o calor, e partes do revestimento do teto derretem. Objetos pessoais dos convidados e equipamentos do estabelecimento também são atingidos.

O vice-primeiro-ministro e ministro do Interior da República Democrática do Congo, Jacquemin Shabani, visita o local na manhã de sábado e chama o episódio de “uma tragédia”. Os feridos continuam sendo atendidos em diferentes hospitais da capital congolesa. As autoridades afirmam que o número oficial de mortos pode aumentar diante da quantidade de pessoas hospitalizadas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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