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Açúcar fecha estável após pico de 16 meses; arábica recua 1,5%

Açúcar bruto encerra a sessão a 18,10 centavos por libra-peso, enquanto o café arábica atinge mínima de cinco semanas.

Açúcar fecha estável após pico de 16 meses; arábica recua 1,5%

Os contratos futuros de açúcar bruto na bolsa ICE fecham quase estáveis nesta terça-feira (8), após o mercado atingir máximas de 16 meses na semana passada. O contrato sobe 0,03 centavo, ou 0,2%, e termina a sessão a 18,10 centavos por libra-peso. Na última quarta-feira, havia alcançado 18,77 centavos.

A Deepcore afirma que a atividade física fraca indica uma pausa para o mercado absorver a alta. A corretora avalia que a perspectiva de curto prazo é de baixa nos níveis atuais, devido à abundância dos estoques. O El Niño continua como risco estrutural de alta até 2027, mas tem efeito lento, segundo a empresa.

As chuvas no Brasil devem prejudicar a colheita de cana-de-açúcar, com cerca de um terço da safra ainda pendente de processamento. O principal cinturão açucareiro recebeu precipitação no fim de semana, e há previsão de mais chuvas nos próximos dez dias.

O petróleo bruto alcança máximas de várias semanas, perto de US$100 o barril. A alta da energia limita as perdas do açúcar porque pode estimular usinas de cana no Brasil e na Índia a produzir menos açúcar e mais etanol. O açúcar branco recua 1,2%, para US$519,80 por tonelada métrica.

Café recua

O café arábica cai 4,3 centavos, ou 1,5%, e fecha a US$2,913 por libra-peso. Durante a sessão, chega a US$2,8660, menor cotação em cinco semanas.

A pressão vem da expectativa de uma grande safra brasileira em 2026/27 e das condições climáticas favoráveis à próxima fase de floração, que definirá a produção do país no ano que vem. O Brasil exporta 45% mais café em agosto do que no mesmo mês do ano anterior.

Os estoques certificados de arábica atingem uma nova mínima de 26 anos na bolsa ICE. Um corretor afirma que a narrativa de baixa ganhou força e se tornou mais crível. O café robusta sobe 1,6%, para US$3.458 a tonelada, após ter registrado a menor cotação em dois meses e meio na semana passada.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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