Santos, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,92 · Ibovespa 183.828 -0,00% Santos 23°C 22° / 27°
Notícia a toda hora
Justiça

Grupos do STF definem seis frentes para revisar propostas sobre a Justiça

Subgrupos têm até 13 de outubro para analisar contribuições, que ainda podem ser alteradas, reunidas ou rejeitadas.

Grupos do STF definem seis frentes para revisar propostas sobre a Justiça

Seis subgrupos passam a organizar as propostas discutidas pelo Grupo de Trabalho sobre Modernização do Sistema de Justiça, ligado ao Supremo Tribunal Federal. Cada equipe deverá analisar as contribuições recebidas e encaminhar suas conclusões ao relator até 13 de outubro.

A divisão inclui um eixo sobre o STF, a Procuradoria-Geral da República e o Superior Tribunal de Justiça; outro sobre o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e demais conselhos; e um terceiro dedicado à agilidade processual.

As outras frentes tratam da gestão, da organização e da estrutura do Judiciário e do Ministério Público; do uso de inteligência artificial e de plataformas eletrônicas; e do estatuto das carreiras que integram o sistema de Justiça.

Propostas ainda estão em análise

O Centro de Estudos Constitucionais do Supremo Tribunal Federal reuniu as contribuições apresentadas por representantes da sociedade civil e especialistas. O material inclui um diagnóstico e proposições, mas a consolidação não apresenta avaliação sobre o conteúdo.

A organização foi realizada por Fernando Facury Scaff, diretor do CESTF, e Ney de Barros Bello Filho, relator do grupo. A sistematização é preparatória e não significa que as propostas estejam aprovadas. Durante o processo, elas podem ser acolhidas, modificadas, reunidas, substituídas ou rejeitadas.

Os subgrupos poderão juntar temas conexos e apresentar alternativas. Os relatórios deverão resumir as razões para aprovar, rejeitar, alterar ou reunir cada contribuição. A consolidação final ficará a cargo do diretor e do relator, após o recebimento dos documentos.

A remuneração dos integrantes do Poder Judiciário será analisada por um grupo específico no CNJ. Já o tema do código de ética ficará sob responsabilidade da ministra Cármen Lúcia, do STF. Os relatórios consolidados devem ser avaliados em reunião prevista para 26 de outubro.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.