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Lula propõe a Trump um teste do Pix durante possível encontro na ONU

Em ato de campanha, o presidente também defende tecnologia própria e critica Tarcísio de Freitas em São José do Rio Preto.

Lula propõe a Trump um teste do Pix durante possível encontro na ONU

Luiz Inácio Lula da Silva defende que o Brasil desenvolva tecnologias próprias e afirma que pretende explicar o funcionamento do Pix a Donald Trump, caso os dois se encontrem durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, prevista para 22 de setembro.

A declaração ocorre em meio às negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos e às críticas americanas ao sistema brasileiro de pagamentos. Lula afirma que quer mostrar o sistema ao presidente dos Estados Unidos e diz: “Trump, faça um Pix que você vai ver o quanto será bom”.

Tecnologia e disputa comercial

No ato de campanha, Lula cita a inteligência artificial e afirma que o país precisa criar sistemas em português, além de ampliar a infraestrutura nacional de centros de processamento de dados. A proposta, segundo ele, busca reduzir a dependência tecnológica de outros países.

Recentemente, Lula e Trump conversam por telefone sobre as negociações comerciais. Na ocasião, o presidente brasileiro classifica como “infundadas” as alegações tarifárias contra produtos do Brasil. Depois da ligação, os dois países retomam as conversas sobre tarifas.

O governo Trump anuncia medidas tarifárias contra o Brasil com base em uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Entre as justificativas apresentadas estão questões ligadas ao desmatamento, ao combate à corrupção, ao Pix, ao mercado de etanol e à suposta entrada de produtos associados ao trabalho forçado.

Críticas ao governo paulista

Durante o mesmo evento, Lula critica o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e pede aos eleitores que comparem sua administração com a trajetória de Fernando Haddad. O presidente menciona a passagem de Haddad pela Prefeitura de São Paulo e pelos Ministérios da Educação e da Fazenda.

Lula também afirma que Tarcísio não teria realizado obras relevantes no estado. O ato reúne cerca de 8 mil pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar, e conta com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e de candidatos aliados nas eleições paulistas.

Antes do comício, o presidente visita o Hospital de Amor, em Barretos. Em discurso na instituição, defende o Sistema Único de Saúde, lembra a pandemia de covid-19 e critica a disseminação de informações falsas sobre vacinas.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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