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CYG Biotech obtém R$ 86 milhões do BNDES para nova fábrica em Indaiatuba

Recursos serão usados na construção de unidade para produzir insumos farmacêuticos ativos, com operação plena prevista para agosto de 2028.

CYG Biotech obtém R$ 86 milhões do BNDES para nova fábrica em Indaiatuba

A CYG Biotech, empresa do grupo Blanver, obtém financiamento de R$ 86 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para construir uma nova unidade industrial em Indaiatuba, no interior de São Paulo. O projeto amplia a produção nacional de insumos farmacêuticos ativos (IFA).

O valor será destinado integralmente à implantação da fábrica. Metade dos recursos será aplicada diretamente na compra de bens de capital. A estrutura terá 10.000 m² de área construída, dividida em duas edificações voltadas à síntese e à fabricação de insumos.

As obras têm prazo estimado de 24 meses, e o início da operação em capacidade plena está previsto para agosto de 2028. A expansão deve criar cem empregos diretos e outros cem indiretos.

A nova unidade faz parte da estratégia da Blanver de verticalizar e internalizar a cadeia de produção dos insumos usados em suas linhas de medicamentos. A empresa fabrica produtos destinados a tratamentos de câncer, infecção pelo vírus HIV, hepatites B e C, artrite, reumatismo, depressão, transtorno bipolar, doenças inflamatórias crônicas, hipertensão, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.

Apoio anterior

Adquirida pela Blanver em 2015, a CYG Biotech já integra as operações do grupo. O novo crédito se soma a uma aprovação anterior de R$ 115 milhões pelo BNDES, no âmbito do Plano Brasil Soberano. Nesse caso, os recursos são destinados à modernização e à ampliação da capacidade de produção de medicamentos sólidos na unidade da empresa em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirma que a produção nacional reduz a exposição do Sistema Único de Saúde às oscilações cambiais. “Com a produção de insumos nacionais, o SUS fica protegido das variações cambiais e o país tem mais autonomia na produção de medicamentos”, declarou.

Texto produzido pela Redação Fato em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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